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A importância de fazer seleção por competências

Fonte: Banco Real Grupo Santander

Não é de hoje que o candidatos se deparam com processos de seleção difíceis, demorados e exigentes. Cada vez mais as empresas estão fechando o cerco para "pescar" apenas os melhores e mais preparados do mercado de trabalho. Com isso, reiventam a todo momento a forma de recrutar profissionais, prestando atenção em detalhes que anteriormente eram pouco observados.

Neste aspecto, um recurso que tem ganhado espaço na hora da entrevista é o que profissionais de RH chamam de seleção por competências, em que se prioriza o que o candidato produziu com seu conhecimento adquirido em vez de valorizar apenas o seu nível de especialização.

Isso significa que, agora, além de claros, objetivos, concisos e muito bem direcionados, os currículos devem ter uma função a mais: a de "vender o peixe" chamando atenção dos recrutadores para projetos especiais e soluções desenhadas pelos profissionais que trouxeram resultados positivos para as empresas.

Trata-se de uma nova ordem na hora da seleção. "Ao invés de avaliar a quantidade e qualidade de cursos, deve-se observar para que esta ferramenta foi utilizada e se ela foi bem empregada", explica a consultora de Recursos Humanos da Gelre, Gerusa Mengarda.

Segundo Gerusa, perante o novo modelo de seleção por competências, os recrutadores avaliam os candidatos observando três critérios importantes, são eles: contexto, ação e resultado. "O candidato deve escrever a situação em que se encontrava, a alternativa que utilizou para resolver a questão e o resultado obtido a partir disso", explica. Assim, segundo a consultora, é possível identificar se a solução tomada pelo profissional realmente foi a melhor alternativa para a empresa.

Além disso, a partir deste processo, Gerusa diz acreditar ser mais fácil de identificar os espertinhos ou os marqueteiros de plantão, que "vendem bem seu peixe" mesmo quando a realidade da situação que viveram na empresa foi bem diferente. "Por meio deste modelo, é fácil observar se o candidato soube empregar o conhecimento adquirido trazendo uma nova solução para os problemas da companhia ou se, simplesmente, limitou-se ao que estava acostumado a fazer em sua rotina de trabalho", destaca.

Para Gerusa, pelo portfólio, peças publicitárias, campanhas e outros materiais que compõem o currículo de um profissional de Marketing, por exemplo, são valorizados à medida que o recrutador conhece o perfil de trabalho do profissional e identifica seu estilo quando vê o que foi produzido por ele. A partir daí, o recrutador também saberá se a identidade de trabalho do profissional está alinhada com as necessidades da empresa ou se está dando um tiro no escuro na hora da contratação.

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